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Brasília
6 julho 2020

Polí­tica

Manifestantes mesmo ajoelhados são alvejados por spray de pimenta em Brasília

Hoje (14) em Brasília membros de acampamento pró-Bolsonaro foram alvos de abusos cometidos pela PM. Policiais usaram spray de pimenta em manifestantes ajoelhados. A cena...

GloboNews gera revolta ao afirmar que grupos violentos fazem ato “pró-democracia”

Na manhã desse domingo (31), várias cidades do Brasil tiveram manifestações contra os desmandos arbitrários do STF e a favor da plataforma do governo...

CNN chama ato em SP de pró-democracia e vira #CNNLixona Redes Sociais

A manifestação na Avenida Paulista foi contra governo Bolsonaro. Neste domingo (31), um ato anti-governo federal tomou parte da extensão da Avenida Paulista, na...

General Heleno parte pra cima de Ciro Gomes e vira sensação no Twitter

O General Heleno partiu pra cima de Ciro Gomes e virou sensação no Twitter, tudo aconteceu após enfrentar Ciro, Heleno acabou virando ‘herói nacional’...

Globo e Folha abandonam plantão em frente ao Alvorada

Jornalistas do Grupo Globo e da Folha de S. Paulo decidiram, nesta segunda-feira (25), abandonar a cobertura diária que fazem em frente ao Palácio...

JN conta quantos palavrões Bolsonaro disse em vídeo Ministerial

Presidente já havia declarado que conteúdo teria palavrões e que era "seu jeito de ser"

“O presidente usava minha figura pra dizer que seu governo combatia a corrupção.” Disse Moro ao Fantástico

Sérgio Moro em entrevista ao Fantástico da Rede Globo disse: “O presidente usava minha figura pra dizer que seu governo combatia a corrupção.” Ver Moro,...

Zezé di Camargo declara apoio a Bolsonaro. “Votei e votaria de novo”

O cantor sertanejo afirmou que tentativa de imputar crime contra o presidente foi fracassada. “Votei e votaria de novo”, diz Zezé di Camargo após...

Genro de Silvio Santos nega interferência do governo no SBT

Genro de Silvio Santos, o deputado federal Fábio Faria (PSD) usou as redes sociais neste domingo (24) para desmentir especulações de que a não...

Bolsonaro manda “recado” ao STF e cita Lei de Abuso de Autoridade. Confira!

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Ex-assessor confirma reunião citada por empresário que acusou Flávio Bolsonaro

A defesa de Victor Granado Alves, advogado e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), confirmou em nota divulgada nesta terça-feira (19) que seu cliente...

Regina Duarte deixa o cargo de secretária Especial de Cultura

Os dias de Regina Duarte como secretária especial da Cultura chegaram ao fim. O anúncio foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro em sua conta...

Depois de “estocar vento” Dilma inventa o “auto-suicídio”. Veja o vídeo!

Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil. Famosa por suas sandices. Felizmente, o povo impôs o impeachment. Todavia, não conseguiu conter a sua enorme capacidade de proferir besteiras e...

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Planejamento e pesquisa ajudam microempresa a ter crédito na pandemia

Um dos principais gargalos para os negócios de pequeno porte durante a pandemia da covid-19 pode ser superado com planejamento e pesquisa. Com dificuldade de acesso ao crédito em bancos tradicionais, as micro e pequenas empresas devem avaliar a necessidade do crédito, traçar uma estratégia financeira e diversificar a procura para enfrentarem a crise. Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) constatou que 80% dos negócios de pequeno porte buscam crédito apenas nos cinco principais bancos do país. Ao limitarem a procura, as empresas deixam de consultar outras instituições, como as cerca de 900 cooperativas de crédito, 30 fintechs (espécie de banco digital) e 600 empresas simples de crédito existentes no país. “As empresas sempre buscam serviço financeiro onde têm conta e esquecem que há outro universo que pode ser buscado, porque as empresas estão absolutamente o ignorando”, disse o coordenador de Inovações Financeiras no Sebrae Nacional, Adalberto Luiz, em transmissão ao vivo na página do órgão no Facebook. No caso das fintechs, Adalberto Luiz observa que a empresa não precisa ter conta na instituição e pode contratar a operação de crédito e enviar os documentos totalmente por meios virtuais. Em relação às empresas simples de crédito, ele explica que são empresas comerciais que emprestam apenas recursos próprios, sem a possibilidade de captar depósitos e os emprestar a outros clientes, como fazem os bancos e sem apoio do Banco Central. Mapeamento O Sebrae mapeou as 177 principais linhas de crédito para os microempreendedores individuais (MEI), as micro e pequenas empresas no país oferecidas em 69 instituições financeiras de todos os tipos. Diferentemente dos grandes bancos, que cobram juros de até 13% ao ano, o órgão encontrou linhas de crédito com taxas de apenas 3,04% ao ano (0,25% ao mês). A relação pode ser consultada no site do Sebrae, mas em breve estará disponível no aplicativo do órgão para dispositivos móveis. Garantia Além dos juros altos nas instituições tradicionais, a exigência de garantias representa um obstáculo para o acesso ao crédito pelas micro e pequenas empresas. Muitas vezes, os bancos exigem que o empresário dê carros, imóveis ou um patrimônio que não têm como garantia para cobrir eventuais calotes. Isso reduz o interesse dos empresários e dificulta o acesso ao crédito. Recentemente, o governo federal regulamentou o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), sancionado em maio. O programa garante até 85% da operação de crédito por meio do Fundo Garantidor de Operações, abastecido com recursos do Tesouro Nacional. Com empréstimos de até 36 meses, o Pronampe tem juros baixos. A taxa máxima equivale à Selic (juros básicos da economia) mais 1,25% ao ano. Com a Selic atualmente em 2,25% ao ano, a taxa pode chegar a até 3,5% ao ano. As linhas do programa, no entanto, têm restrições de valor e emprestam apenas 30% da receita bruta do negócio no ano anterior. Uma opção para conseguir garantias mais amplas é obter financiamentos garantidos pelo Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), operado pelo Sebrae. Por meio do Fampe, o Sebrae entra como avalista complementar da linha de crédito, garantindo até 80% da operação para financiamentos de até R$ 700 mil para negócios inovadores e R$ 300 mil para empresas não inovadoras. O mecanismo, porém, está disponível apenas nas 15 instituições financeiras que têm convênio com o Sebrae.

BNDES disponibiliza R$ 5 bi para micro, pequenas e médias empresas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) alcançou ontem (3) na linha de empréstimo para capital de giro o total de R$5 bilhões para micro, pequenas e médias empresas. O valor estava previsto no plano inicial de enfrentamento ao novo coronavírus, apresentado pelo banco de fomento em março, no início da pandemia de covid-19. Segundo o BNDES, já foram aprovadas 16.318 operações com 15.094 empresas, que empregam 372.800 pessoas, com valor médio de R$ 318 mil por operação. Como a pandemia ainda não acabou, o programa vai ser ampliado até o fim do ano, com a disponibilização de mais R$5 bilhões. “Devido ao sucesso da iniciativa, e considerando a extensão da pandemia e dos impactos econômicos para as micro, pequenas e médias empresas, o Banco vai disponibilizar mais R$ 5 bilhões para novos empréstimos pela linha, que terá sua vigência ampliada de 30 de setembro para 31 de dezembro de 2020”, informou o banco. O BNDES informa que o principal setor econômico contemplado pela linha de empréstimo foi o de comércio e serviços, que adquiriu 79,7% dos recursos, seguido pelo de indústria de transformação (19,5%). O agronegócio ficou com 0,7% dos recursos e a indústria extrativista, 0,1%. O objetivo do Crédito Pequenas Empresas nesta segunda etapa será o mesmo, segundo o banco. “Oferecer recursos para o uso livre das empresas, de maneira simples e ágil, por meio dos agentes financeiros parceiros (cooperativas de créditos e bancos comerciais, públicos ou privados)”. Atualmente, o BNDES conta com 31 agentes parceiros atuando nos estados. Podem solicitar o financiamento empresas com faturamento de até R$ 300 milhões anuais. O valor liberado é de até R$ 70 milhões por ano, com carência de até 24 meses e prazo para pagamento de até 60 meses. As taxas de juros são negociadas entre a empresa e o agente financeiro.

Covid-19: crise no setor de beleza força salões a se reinventarem

Segundo um dito popular, não existe crise para as atividades que alimentam vícios e cultivam vaidades. Ao menos no caso do negócio que atende à aparência e à autoestima, a sabedoria do senso comum terá que ser refeita por causa da pandemia da covid-19. Nove de cada dez micro e pequenas empresas que prestam serviço para beleza, como salões, barbearias, ateliês e estúdios de maquiagem, afirmam ter perdido faturamento por causa das medidas de isolamento social. A perda média do faturamento foi de 57%. Conforme enquete, 62% das micro e pequenas empresas do segmento de beleza descrevem que interromperam o funcionamento temporariamente e 5% encerraram em definitivo. Os dados são descritos na 3ª edição da pesquisa sobre o impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios, feita pelo Sebrae via internet entre 30 de abril e 5 de maio. As atividades do segmento de beleza são feitas essencialmente de forma presencial, que foram proibidas em muitas cidades enquanto o vírus da covid-19 circula. Apesar do impacto na ampla maioria dos estabelecimentos, apenas 4% assinala ter feito demissões, isso porque o recrutamento da mão-de-obra no segmento não implica em vínculo empregatício - é feito principalmente por meio de contrato de parceria, conforme previsto na Lei 13.352/2016.  Não se sabe, no entanto, quantos parceiros que estavam ocupados no corte e pintura de cabelos, manicure e pedicure, e depilação tiveram que recorrer ao auxílio emergencial do governo federal. Os efeitos no faturamento também podem estar subestimados. Uma grande parte do serviço é prestada por empreendimentos na informalidade. “Uma vez em Paraisópolis [zona sul de São Paulo] contou-se 8 mil portas de serviço beleza”, lembra Andrezza Torres, analista de Competitividade do Sebrae.