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6 agosto 2020

“Brasil receberá 100 milhões de vacinas de Oxford”. Diz Bolsonaro

"Brasil receberá 100 milhões de vacinas de Oxford”. Diz Bolsonaro
“Brasil receberá 100 milhões de vacinas de Oxford”. Diz Bolsonaro

Jair Bolsonaro: “Chegarão 100 milhões de vacinas de Oxford”. Em transmissão ao vivo pelo Facebook, presidente falou do acordo pela imunização contra a Covid-19.

O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta quinta-feira (30), que 100 milhões de doses da vacina contra Covid-19 chegarão ao Brasil e ironizou o produto produzido pela China, que está sendo testado em parceria com o governo João Doria (PSDB-SP), seu adversário político.

“O Brasil receberá 100 milhões de vacinas de Oxford”. Diz Bolsonaro.

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Se fala muito da vacina da Covid-19. Nós entramos naquele consórcio lá de Oxford. Pelo que tudo indica, vai dar certo e 100 milhões de unidades chegarão para nós. Não é daquele outro país não, tá ok, pessoal? É de Oxford aí. Quem não contraiu o vírus até lá… Eu não preciso tomar porque já estou safo – explicou Bolsonaro nesta noite em transmissão pela internet, a primeira desde que se curou do novo coronavírus.

A parceria com a Universidade de Oxford foi anunciada pelo Ministério da Saúde em 27 de junho. Porém, falta ainda a assinatura do acordo.

De acordo com a Fiocruz, “a expectativa é que a assinatura ocorra durante o mês de agosto”.

Na semana passada, João Doria, virtual adversário de Bolsonaro na eleição presidencial de 2022, anunciou o início dos testes com a vacina produzida pela chinesa Sinovac. Na apresentação, o governador procurou destacar as parcerias comerciais que o estado tem com a China.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou também na semana passada a realização de testes da vacina produzida por Pfizer e BioNTech.

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Na transmissão desta quinta-feira, Bolsonaro voltou a elogiar a hidroxicloroquina e afirmou ter se submetido a um exame de sangue por ter sentido fraqueza.

– Previsto ir a Bagé [RS] amanhã [sexta-feira (31)]. Acabei de fazer um exame de sangue, estava com um pouco de fraqueza ontem [quarta-feira], achava que estava com um pouco de infecção também. Tomei agora um antibiótico. Depois de 20 dias dentro de casa, a gente pega outros problemas, peguei mofo, mofo no pulmão deve ser. E amanhã, barra pesada, porque a temperatura lá em Bagé tá zero grau – disse Bolsonaro.

Na live, Bolsonaro defendeu o trabalho do ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, e criticou o primeiro nome a ocupar o posto em seu governo, o médico Luiz Henrique Mandetta.

– Tivemos lá um médico primeiro [Mandetta], ó a desgraça que foi. O primeiro médico. O segundo foi muito rápido, o garoto lá, o segundo ministro [ Nelson Teich], por questão de foro íntimo resolveu sair, nada a falar sobre ele, tenho até a agradecer a colaboração que eles nos deu por um pequeno período de tempo ali. E o Pazuello é um gestor – afirmou Bolsonaro.

Confira mais em Pleno News.

 

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