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6 agosto 2020

“Eles têm uma milícia virtual e todo mundo sabe disso”, diz Joice sobre bolsonarismo

Destituída do cargo de líder do governo no Congresso, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) saiu disparando contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, e seus aliados.

Em entrevista ao site UOL, Joice disse que está sendo alvo da “milícia virtual” de Bolsonaro.

“Eles têm uma milícia virtual e todo mundo sabe disso. São pessoas interligadas em todo Brasil, algumas recebendo para isso e outras não. Muitos robôs.”

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A deputada afirmou ter um alcance bem mais expressivo nas redes.

“Já sabia e não estou nem aí para isso. Eles têm uma milícia de ataque que não se sustenta. Por exemplo, eu tenho pouco mais de seis milhões de seguidores, mas tenho alcance muito maior que o dos Bolsonaros. Porque eu não tenho robô, não tenho milícia, meu alcance é orgânico, não é aquela milícia maluquinha, Bolsonaros e aliados.”

Hasselmann completou:

“Por isso há cinco anos ganho prêmio de pessoa mais influente no ambiente digital.”

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No dia em que o Banco Central reduziu a taxa Selic (juros básicos da economia) para 2% ao ano, a moeda norte-americana fechou em leve alta. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (5) vendido a R$ 5,294, com valorização de R$ 0,01 (+0,18%). A cotação oscilou bastante. A divisa operou em baixa durante a manhã, chegando a cair para R$ 5,23 na mínima do dia, por volta das 9h30. Em seguida, o movimento reverteu-se. Na máxima do dia, por volta das 14h30, o dólar chegou a R$ 5,31. Juros As sucessivas quedas no juro básico da economia pressionam a cotação, uma vez que diminuem o retorno da renda fixa doméstica e deixaram o Brasil em desvantagem em termos de rendimento em relação a outros países emergentes. Dados do Banco Central mostraram mais cedo que o Brasil registrou forte saída de recursos em julho, com fluxo cambial negativo em quase US$ 3,3 bilhões, o pior para o mês em cinco anos. A fuga foi puxada por nova debandada de capital da conta financeira --por onde passam fluxos para portfólio (investimentos no mercado financeiro) e relativos a empréstimos, por exemplo. Bolsa No mercado de ações, a bolsa paulista retomou o viés de alta nesta quarta-feira. Depois de quatro sessões seguidas de queda, o índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 102.802 pontos, com alta de 1,57%. O avanço do preço do petróleo no mercado internacional beneficiou os papéis da Petrobras, que concentra o maior volume de ações negociados na bolsa. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) saltaram 6,43%. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 6,45%. O Ibovespa também avançou por causa da divulgação de resultados de empresas. Diversas companhias divulgaram balanços trimestrais com queda no lucro menor que o esperado por causa da pandemia do novo coronavírus. * Com informações da Reuters

Campo de Búzios registra recorde de produção em julho

A Petrobras anunciou hoje (5) que as quatro plataformas instaladas no campo de Búzios (P-74, P-75, P-76 e P-77), na região do pré-sal da Bacia de Santos, alcançaram em julho novos recordes de produção mensal, de 615 mil barris de óleo por dia (bpd) e 765 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). O campo de Búzios foi descoberto em 2010. Esse é o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo, segundo a Petrobras. De acordo com a empresa, trata-se de “um ativo de classe mundial, com reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração”.

Baixa inflação permitiu corte nos juros, avaliam entidades

A redução da taxa Selic (juros básicos da economia) para 2% ao ano era esperada e resulta da baixa inflação, que está abaixo do nível mínimo da meta (2,5%) no acumulado de 12 meses. Essa é a avaliação de entidades do setor produtivo, que consideram positivo o corte de 0,25 ponto percentual anunciado hoje (5) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que a manutenção da inflação em níveis baixos permite que o Copom continue a cortar os juros nas próximas reuniões para estimular o consumo e o investimento em meio e conter os impactos da crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. “A continuidade do afrouxamento monetário deve contribuir para a queda no custo do crédito. Neste momento, de intensa necessidade de financiamento por parte das empresas, para a manutenção dos empregos e para o pagamento de despesas fixas, o crédito pode ser determinante entre uma empresa abrir ou fechar suas portas nos próximos meses”, informou, no comunicado, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Na avaliação da CNI, a retração da atividade econômica, que provocou a queda nos preços de diversos bens e serviços, abriu espaço para que a Selic fosse reduzida sem ameaçar o cumprimento da meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). ACSP Para a Associação Comercial de São Paulo, o Banco Central agiu de forma esperada e compatível com a realidade econômica ao reduzir a taxa Selic. A entidade destacou que os juros baixos barateiam o crédito, o que é fundamental para estimular o consumo e dar fôlego às empresas afetadas pela pandemia. “A inflação está sob controle e o ritmo da economia ainda é extremamente lento. Assim, a redução dos juros é um estímulo a mais para a retomada”, destacou o presidente da ACSP, Alfredo Cotait, em comunicado. Firjan Em nota divulgada há pouco, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) considerou acertada a redução para 2% da taxa de juro básica Selic, diante dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. Para a entidade, ainda existe muita capacidade ociosa na economia que justifica o estímulo monetário. “A despeito dos dados divulgados em junho darem sinais de que a economia começa a reagir, entendemos que os efeitos da pandemia são devastadores, levando as empresas brasileiras ao maior nível de ociosidade da história. Não por acaso, a prévia da inflação de julho veio abaixo das estimativas esperadas pelo mercado, o que reforça essa decisão do Comitê”, ressaltou o texto. A federação defendeu que o governo deve seguir adotando medidas que estimulem a retomada da economia, aliadas à política monetária. Na avaliação da Firjan, a continuidade da agenda de reformas estruturais “será fundamental para o crescimento sustentável e a manutenção das expectativas [de inflação] dentro da meta”.

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