Rapaz teve extenso ferimento na barriga Foto: Reprodução/Redes Sociais
Após ficar dois meses hospitalizado, o jovem que teve parte da barriga aberta durante a madrugada do dia 16 de janeiro deste ano na praia do Ermitão, na cidade de Guarapari (ES), recebeu alta hospitalar na última quinta-feira (17). A informação foi confirmada pelo Vitória Apart Hospital, que fica na cidade capixaba de Serra, ao portal G1.
– Informamos que o paciente apresentou boa evolução durante o período de internação, tendo recebido alta hospitalar nesta quinta-feira – disse o hospital, em nota.
De acordo com a publicação, uma pessoa próxima ao jovem informou que ele continuará sob cuidados médicos, mas que já consegue se alimentar de forma regular e está bem. O caso ganhou repercussão no dia 30 de janeiro, quando inúmeras versões começaram a ser compartilhadas nas redes sociais sobre o ocorrido.
SOBRE O CASOO jovem de 20 anos acordou com um ferimento profundo na barriga, na madrugada de 16 de janeiro, após passar a noite na praia do Ermitão, em Guarapari (ES), com a namorada. No ataque, ele teve parte do intestino removido, mas diz não se lembrar do que houve. A namorada também não se recorda do que aconteceu.
Em nota divulgada na época em que o fato ganhou repercussão, as famílias do rapaz e da namorada disseram que os jovens foram vítimas de um ataque durante uma tentativa de assalto. Um celular teria sido levado, além de dinheiro. Entretanto, nenhum suspeito foi preso e não se sabe qual objeto foi usado para cortar o rapaz.
USO DE ENTORPECENTE E ANESTÉSICOSegundo relato do advogado das famílias do jovem e da namorada, o casal bebeu vinho e depois ingeriu um “quadradinho de papel”, expressão usada normalmente para se referir à droga LSD, pelo seu formato. De acordo com o advogado, a jovem relatou que aquela foi a primeira vez que eles fizeram uso de entorpecente.
Já no sangue do rapaz, segundo o prontuário médico, foi encontrada “dosagem alta de fentanil”, um analgésico de uso controlado que, em algumas situações, é utilizado como anestésico. Segundo especialistas, o analgésico é 50 vezes mais potente que a heroína e 100 vezes mais forte que a morfina.
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