17.1 C
Brasília
4 julho 2020

Manifestantes mesmo ajoelhados são alvejados por spray de pimenta em Brasília

Manifestantes mesmo ajoelhados são alvejados por spray de pimenta em Brasília
Manifestantes mesmo ajoelhados são alvejados por spray de pimenta em Brasília

Hoje (14) em Brasília membros de acampamento pró-Bolsonaro foram alvos de abusos cometidos pela PM. Policiais usaram spray de pimenta em manifestantes ajoelhados.

A cena foi flagrada por um fotógrafo e gerou polêmica nas redes sociais. Os abusos de policiais estão sendo amplamente discutidos em todo o mundo após os eventos ocorridos nos Estados Unidos.

Acompanhe nossas atualizações em seu Facebook siga nossa Página!

Um dos atos de violência cometidos por alguns agentes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) contra o grupo que estava acampado até a manhã de sábado (13), na Esplanada dos Ministérios, foi registrado em uma foto que correu as redes sociais neste final de semana.

Fotos e vídeos compartilhados nas redes sociais mostram a PM usando de atos abusivos contra os manifestantes, em um deles, um agente joga spray de pimenta em apoiadores do acampamento que estavam ajoelhados e rezando.

A ativista Sara Winter, que denunciou os fatos, afirmou que, desde o início, a abordagem não foi pacífica e os policiais simplesmente começaram a cortar as barracas com facões sem qualquer notificação ao grupo que estava estabelecido no local.

– Fomos abordados pela DF Legal às 6h, quando eles começaram a cortar nossas barracas e tendas com facões. Eles precisam chegar, dar uma notificação e um prazo de algumas horas para sairmos, e esse trâmite não aconteceu – afirmou.

A ativista disse ainda que o prejuízo financeiro foi de cerca de 30 mil reais e que os policiais chegaram a jogar comida e água potável no chão.

- publicidade -

– Levaram itens pessoais, rasgaram barracas e colchonetes. Mas apesar disso, voltaremos e impediremos o descarte ilegal das nossas coisas – completou.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Últimas Notícias

Dólar começa o dia em baixa, mas sobe e fecha a R$ 5,35

A divulgação de indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos não animou o mercado financeiro brasileiro. Depois de começar o dia em baixa, o dólar reverteu o movimento e passou a subir. A bolsa de valores iniciou a sessão com forte alta, mas desacelerou ao longo das negociações e encerrou praticamente estável. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (2) vendido a R$ 5,35, com alta de R$ 0,032 (+0,6%). A divisa abriu em queda e aproximou-se de R$ 5,27 por volta das 11h30, mas passou a subir a partir do fim da manhã. O dólar comercial acumula alta de 33,32% em 2020. O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 6,01, com alta de 0,55%. A libra esterlina comercial subiu 0,66% e encerrou vendida a R$ 6,684. Bolsa O dia foi marcado por oscilações na bolsa. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta quinta-feira aos 96.235 pontos, com leve alta de 0,03%. Durante a manhã, o indicador chegou a operar com alta de mais de 1%, mas alternou momentos de ganhos e de perdas durante a tarde. O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou o dia com alta de 0,36%. No início da manhã, a divulgação de que a economia norte-americana criou 4,8 milhões de empregos em junho, com o segundo mês seguido de alta, animou os mercados globais ao indicar que a recuperação da maior economia do planeta está se acelerando. No entanto, o aumento de casos de covid-19 nos Estados Unidos pressionou os mercados financeiros em todo o planeta durante a tarde. Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Weintraub chama Miriam Leitão de ‘jararaca’ e diz que ela está ‘acabada’

O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a ser envolver em mais uma discussão no Twitter. Ele reagiu a uma publicação da jornalista Miriam Leitão,...

BNDES lidera grupo de bancos que vão participar da Conta-Covid

Dezenove instituições financeiras públicas e privadas, coordenadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vão participar da Conta-Covid, financiamento emergencial destinado ao setor elétrico para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. O BNDES, junto com o grupo de bancos públicos, vai aportar 30% do total de até R$ 16,4 bilhões que serão liberados para as distribuidoras. Os restantes 70% serão oriundos dos bancos privados. A Conta-Covid foi regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) no último dia 23 de junho. Trata-se de uma operação de mercado, sem recursos do Tesouro Nacional, que foi estruturada sob a forma de empréstimo sindicalizado de bancos. A operação é lastreada por ativos tarifários, disse o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa. O processo de formação do grupo das 19 instituições financeiras participantes se deu após negociação, que contou com o apoio dos ministérios de Minas e Energia (MME) e da Economia (ME). Adesão A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) foi designada gestora da conta. Ela vai contratar a operação de crédito e repassar os recursos para as distribuidoras, que terão até amanhã (3) para fazerem sua adesão à iniciativa. A previsão é que os recursos serão liberados no final deste mês. De acordo com o BNDES, o empréstimo terá custo de Certificados de Depósitos Interbancários (CDI) + 2,9% ao ano, com 11 meses de carência e prazo de 54 meses para amortização. O BNDES informou também que a operação foi organizada com o objetivo de evitar reajustes maiores nas tarifas de energia elétrica, que seriam originados do próximo processo tarifário ordinário das distribuidoras. Com a Conta-Covid, esses valores serão diluídos em 60 meses, reduzindo os índices dos reajustes a serem aprovados este ano. “A medida garante às distribuidoras os recursos financeiros necessários para compensar a perda de receita temporária em decorrência da pandemia e protege os demais agentes do setor ao permitir que as distribuidoras continuem honrando seus contratos”, expôs o banco.

Senado aprova MP sobre acionistas de sociedades anônimas

O Senado aprovou hoje (2) a Medida Provisória (MP) 931/2020, que autoriza as sociedades anônimas (SAs) a estender o prazo para realização de assembleia...

nOTÍCIAS rELACIONADAS

Dólar começa o dia em baixa, mas sobe e fecha a R$ 5,35

A divulgação de indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos não animou o mercado financeiro brasileiro. Depois de começar o dia em baixa, o dólar reverteu o movimento e passou a subir. A bolsa de valores iniciou a sessão com forte alta, mas desacelerou ao longo das negociações e encerrou praticamente estável. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (2) vendido a R$ 5,35, com alta de R$ 0,032 (+0,6%). A divisa abriu em queda e aproximou-se de R$ 5,27 por volta das 11h30, mas passou a subir a partir do fim da manhã. O dólar comercial acumula alta de 33,32% em 2020. O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 6,01, com alta de 0,55%. A libra esterlina comercial subiu 0,66% e encerrou vendida a R$ 6,684. Bolsa O dia foi marcado por oscilações na bolsa. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta quinta-feira aos 96.235 pontos, com leve alta de 0,03%. Durante a manhã, o indicador chegou a operar com alta de mais de 1%, mas alternou momentos de ganhos e de perdas durante a tarde. O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou o dia com alta de 0,36%. No início da manhã, a divulgação de que a economia norte-americana criou 4,8 milhões de empregos em junho, com o segundo mês seguido de alta, animou os mercados globais ao indicar que a recuperação da maior economia do planeta está se acelerando. No entanto, o aumento de casos de covid-19 nos Estados Unidos pressionou os mercados financeiros em todo o planeta durante a tarde. Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Weintraub chama Miriam Leitão de ‘jararaca’ e diz que ela está ‘acabada’

O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a ser envolver em mais uma discussão no Twitter. Ele reagiu a uma publicação da jornalista Miriam Leitão,...

BNDES lidera grupo de bancos que vão participar da Conta-Covid

Dezenove instituições financeiras públicas e privadas, coordenadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vão participar da Conta-Covid, financiamento emergencial destinado ao setor elétrico para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. O BNDES, junto com o grupo de bancos públicos, vai aportar 30% do total de até R$ 16,4 bilhões que serão liberados para as distribuidoras. Os restantes 70% serão oriundos dos bancos privados. A Conta-Covid foi regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) no último dia 23 de junho. Trata-se de uma operação de mercado, sem recursos do Tesouro Nacional, que foi estruturada sob a forma de empréstimo sindicalizado de bancos. A operação é lastreada por ativos tarifários, disse o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa. O processo de formação do grupo das 19 instituições financeiras participantes se deu após negociação, que contou com o apoio dos ministérios de Minas e Energia (MME) e da Economia (ME). Adesão A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) foi designada gestora da conta. Ela vai contratar a operação de crédito e repassar os recursos para as distribuidoras, que terão até amanhã (3) para fazerem sua adesão à iniciativa. A previsão é que os recursos serão liberados no final deste mês. De acordo com o BNDES, o empréstimo terá custo de Certificados de Depósitos Interbancários (CDI) + 2,9% ao ano, com 11 meses de carência e prazo de 54 meses para amortização. O BNDES informou também que a operação foi organizada com o objetivo de evitar reajustes maiores nas tarifas de energia elétrica, que seriam originados do próximo processo tarifário ordinário das distribuidoras. Com a Conta-Covid, esses valores serão diluídos em 60 meses, reduzindo os índices dos reajustes a serem aprovados este ano. “A medida garante às distribuidoras os recursos financeiros necessários para compensar a perda de receita temporária em decorrência da pandemia e protege os demais agentes do setor ao permitir que as distribuidoras continuem honrando seus contratos”, expôs o banco.

Senado aprova MP sobre acionistas de sociedades anônimas

O Senado aprovou hoje (2) a Medida Provisória (MP) 931/2020, que autoriza as sociedades anônimas (SAs) a estender o prazo para realização de assembleia...