Governo de Maduro perto de sua queda com deserção de mais de 270 militares
Governo de Maduro perto de sua queda com deserção de mais de 270 militares
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Mais de 150 militares e policiais desertaram das filas de Nicolás Maduro desde o início do dia sábado (23), quando a ajuda humanitária chegou até a fronteira venezuelana

Segundo informou o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia.

A informação foi publicada na manhã desta terçã (26) no jornal chileno La Tercera.

Debandada da Venezuela é Geral

Segundo o jornal o a agência Migración Colombia, do Ministério das Relações Exteriores da Colômbia.enviou um comunicado onde afirma que nas últimas horas mais de 100 militares e policiais venezuelanos atravessaram a fronteira, Portanto o total de desertores passa dos 270 desde o início do último sábado (23).

Contra a Corrupção contou como no dia sábado os primeiros três desertores chegaram a território colombiano e um deles declarou: “Há muito desacordo, na Guarda Nacional e entre os oficiais, mas você não pode dizer nada porque é traição à pátria”.

Virar as costas para Maduro

O militar também pediu a seus colegas o acompanhem na decisão e virem as costas para Maduro: “nós somos milhões, eles são escassos 30 ou 40”.

População e militares não aguentam a opressão do Regime e sendo assim tendem a debandar.

Militares que desertaram nas horas seguintes têm relatado a existência de desacordo ao interior das forças de segurança e militares de Nicolás Maduro.

Portanto assim como denunciado péssimas condições de subsistência.

Militares têm medo de Maduro

Porém, vários oficias falaram do medo que existe entre os militares de serem declarados “traidores à pátria”.

Em declarações ao jornal colombiano El Tiempo, um dos desertores, Lisandro Suárez, disse: “as coisas estavam muito mal e desde 9 anos para acá, portanto tudo ficou muito difícil.”

“Nos alimentavam como cachorros, é horrível”. Disse um desertor.

Carmen Everlin Piñero Martínez, de 33 anos, relatou ao El Tiempo : “eu não concordava com muitas das ordens que me davam e ao interior das forças armadas há muito descontentamento e medo, entretanto depois do que vimos durante este final de semana, pensei que eu não me alistei para levantar as armas contra o povo”.[/sociallocker]